quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

prazer e dever.


É preciso cuidado para não transformar o que é feito para ser lúdico em algo com finalidade.

Na prática, somos parte do mundo do "para que?" e temos tempo livre crescente para o que é "só" gostoso: convém separar bem os dois mundos.

Não é fácil, para quem se formou na cultura do dever e do sacrifício, migrar para o universo do prazer e se sentir à vontade para usufruir!

Do ponto de vista da curtição, a pergunta que nos fazemos é "porque não?" Tudo o que for agradável e prazeroso aparece como muito bem vindo!

No mundo do "para que?" existem muitas coisas obrigatórias e no dos prazeres tudo é facultativo e aí não cabe fazermos grandes concessões.

É evidente que muitos são os que são apaixonados pelos trabalhos que fazem; isso é ótimo: o mundo do dever e o do prazer andam de mãos dadas!

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