segunda-feira, 20 de março de 2017


As pessoas que você atrai não são seu próprio reflexo.
Mesmo que seja difícil admitir, você convidou gente tóxica para se aproximar e fazer parte da sua vida.

Não foi uma petição que você tenha verbalizado, tampouco algo que tenha buscado. No entanto, a energia que você emite irá aproximá-lo daqueles que não deseja, mas que, sem querer, atrai.

Aprenda com tudo que acontece ao seu redor, abra os olhos! 
É possível que você não tenha dito o que pensa desde o começo, e que se submeta, que seu parceiro tome as rédeas da relação, quem te dirija. Se você age assim, é impossível que esteja ao lado de alguém diferente.

Aceitamos o amor que acreditamos merecer

Se as pessoas que você atrai não o respeitam, talvez você deva começar a pensar se você respeita a si mesmo.

Por que dizem que te amam quando não é verdade?

Talvez porque você não é capaz de amar a si mesmo, porque você busca que os outros te amem para assim se sentir realizado e não vazio.

Mesmo que conscientemente você busque encontrar pessoas que cumpram um padrão contrário, em seu inconsciente o amor que acredita merecer é muito pobre. 

Porque se você não se valoriza, é impossível que as pessoas que você atrai o façam. 
Como você pode buscar o que você mesmo não é capaz de se dar?
Você acredita que não merece tanto amor, que não é bom o suficiente para ninguém, que não vale nada, que é menos atraente que os demais… Chega!

Deixe de se comparar e de se autodestruir. 
Averigue o que te faz feliz e limpe sua vida de tudo aquilo que não te traz nada, inclusive as atitudes que te levam vez após vez pelo mesmo caminho.

As pessoas que você atrai não te machucam de forma gratuita; você as chamou para participar de sua vida.
Deixe de gastar energia em tentar mudá-las. É o momento de agir e se concentrar em si mesmo. 

Você não deve procurar o que não tem nos demais, porque não vai encontrar.

o tempo está cada vez menor

O meu maior medo é chegar na velhice, olhar para trás e ver que eu não fiz coisas que eu queria porque senti algum medo

Chegar na velhice e descobrir que eu não fiz a diferença. 

A medida que você vai envelhecendo você vai se desprendendo, vai soltando as amarras, vai vivendo de maneira mais leve, com menos frescura com menos preocupações bobas. Você sabe que o tempo está cada vez menor e isso muda toda a sua percepção da vida.

O que importa é viver e se perpetuar por meio de seu legado na memória do outro.

Por isso, sem machucar ninguém, faça aquilo que você deseja sem culpas. 
Não leve consigo arrependimentos de coisas que não fez.

sábado, 18 de março de 2017

A toalha caiu


jogar a toalha ou apenas aguardar ela cair (baita eufemismo, de alguem que toma porrada todo dia, mas "não desiste nunca").

Caiu!

Caiu que chegou a fazer barulho. Bateu pesado no chão. Peso do comodismo e do medo!

Do comodismo

Desde que entrei na a3, sempre bradei que estudaria para outro concurso... que eu tinha nascido para fazer isso. Não menti! amo a atividade sem rotina, adoro trabalhar na auditoria (mesmo sabendo que ficar sem dormir e me alimentar incorretamente vai me tirar anos de vida lá na frente).

Porém, sabendo que se eu continuasse estudando teria chance real de passar em outro cargo e, inclusive, com carreira/remuneração mais atrativos.

Me acomodei não só no cargo, mas no cenário em que me encontrava. É quase inevitável a gente dar aquela "relaxada" e achar que tudo está tranquilo, está favorável. Mas as coisas mudam. O cenário muda. A cabeça muda!

Vi a minha remuneração estagnar, meu poder de compra reduzir, as despesas aumentarem, enquanto outras carreiras até menos expressivas (não digo menos importantes) e de leque menos amplo de atribuições terem um salto no Plano de Cargos, Carreiras e Salários graças aos seus sindicatos com articuladores sagazes

De uma coisa não posso reclamar (chega a ser contraditório): ter ficado aqui neste estagio. Talvez em outro órgão eu estivesse ganhando mais, mas será que eu estaria tão realizada como estou agora? Ficará sempre a dúvida.

Do medo
O que é uma contadora com medo: É a mesma coisa de um médico que treme? De um jornalista gago? De um professor sem didática?
O problema é que agora estou com medo de não corresponder a tantas expectativas. Sabe quando você sente que não é bem aquilo que está lá no seu currículo?
Não que eu tenha escrito alguma mentira ou exagerado em algo. Mas meu currículo, que é muito melhor do que eu, agora me acusa de pedantismo!
Porque se no meu currículo eu contasse, não aquilo que já fiz, mas, por exemplo... o que senti, o resultado.
Medo de ter criado expectativas elevadas demais para o meu padrão. E é isso: nem comecei e já estou sentindo muita pressão. Chego em casa e quero ficar sozinha com umas questões:
"Será que não vai ser dessa vez?"; "Seriam estes dois quilinhos que provocaram todas essas reticências?"; "Ou será que foi o peso na consciência de estar abandonando a galera de lá?". São minhas dúvidas, inchando mais que o tornozelo. Aquele tênis novo, além de me custar o olho da cara levou também a unha do dedão! Como vou correr sem unha?
Vamos todos dar as mãos neste momento, respirar fundo e aguardar passar a tempestade. É o que temos pra hoje.

Acabou não, tá? Vírgula.
Desculpem, mas o sistema me leva a operar na lei do mínimo esforço.