Se tem algo
que passamos a fazer quando APRENDEMOS COM A SITUAÇÃO ao menos é tentar enxergar o lado bom
das coisas que nos acontecem, é seguir em frente.
Seguir em frente se torna
algo quase que natural, espontâneo. Lembrando que isso não quer dizer que seja
fácil, minha gente.
Seguir em frente não é fácil, nunca foi e receio que nunca
se tornará mais fácil no decorrer do nosso crescimento, mas nos acostumamos.
Nos acostumamos a ouvir certos "não's", a dar com a cara na porta, a
reprovar em uma seleção, ao diagnóstico que não muda, a ouvir críticas que
ferem vindo de pessoas que não esperávamos, nos acostumamos a nos 'desapaixonar'
quando as coisas não saem da forma que nosso coração esperava.
Isso soa como
aceitar, aceitar o que Deus e a vida nos reservam lá à frente, quando passamos
pelo teste do tempo, tendo passado por todos esses que já mencionei.
Crescer dói.
Esfola. Deforma. Dói, e como dói! Mas nos ensina.
* Já perdi a conta de quantas
vezes já escrevi sobre isso, sobre aprender com as situações adversas, mas não
há como não falar a respeito. Tudo isso para dizer que é hora de virar a
página.
Minha gente,
é hora de virar a página! É hora de entender que seguir em frente requer
coragem! Coragem para passar por cima de situações que nos entristecem e não
temos como mudar. Entenda algo: para tudo há um jeito! Tudo.
Quando esse jeito
não parte de nós mesmos, quando foge das nossas possibilidades e capacidades,
vem por intervenção divina. É minha gente, Deus ajuda e age sim quando nós não
conseguimos.
Virar a
página, assim como seguir em frente, não é fácil não. Mas não é impossível.
E
quando conseguirmos é uma sensação de alívio tão deliciosa; é como uma corrida
cansativa em um percurso cruel, e, ao cruzar a linha de chegada você recebe uma
fruta, um suco ou água, se hidrata e lá na frente recebe um sorriso e uma
medalha para juntar às que você já possui.
É preciso
virar a página do sofrimento, da tristeza, da depressão (e é preciso falar
disso mas deixarei para outra hora); virar a página do abuso, das agressões e
pessoas desnecessárias; virar a página das lágrimas, pois sofrer, muitas
vezes, é uma opção; virar a página da baixa alto estima, dos complexos de
inferioridade, de se rebaixar sempre para fazer alguém se sentir melhor.
É preciso
entender que muitas vezes é preciso deixar o velho ir embora e dar espaço para
o novo chegar.
Vamos comigo
nessa?!