Desejo
à você, luz, paz, amor e perdão. Sim perdão. Pode parecer bobagem, algo
passageiro, mas velhas mágoas empacam nosso futuro.
Perdoar
os outros, perdoar a si próprio. O perdão não nos faz menos, pelo contrário,
nos faz humildes, mais próximos de Deus, do amor verdadeiro, singelo, fraterno.
Se
queremos um mundo melhor, comecemos por nós mesmos, perdoando.
Quando
estamos em crise por algo específico ou por tudo, uma preciosidade acontece:
saímos do lugar.
Damos
um passo adiante. Buscamos por outras paisagens, outros personagens, novas
histórias. Por mais dolorosa que seja uma crise, ela é um aprendizado.
Ele
nos diz que o que estamos fazendo não serve mais para alcançar o resultado
almejado.
Ela
nos mostra que aquela relação teve o seu tempo esgotado. Que gostaríamos de
começar outra atividade, nos especializar em outra coisa.
Escassez de água, alta do combustível, aumento nas contas de energia,
alta da inflação, entre outros, são alguns dos motivos que comprovam que
estamos passando por um momento de crise, em diversas esferas.
Geralmente, problemas desta natureza atingem a todos; alguns de maneira
direta, outros indiretamente. Sendo assim, todas as empresas e também
profissionais estão vulneráveis às crises. A única diferença está na maneira
como cada um administra os seus problemas.
Em momentos de crise o que fazer? Temos duas opções: permitir que o pessimismo
domine, deixando-nos abater ou aprender a administrar as dificuldades, em três
passos a gerenciar crises.
1. Evite o desespero: manter a calma e evitar o
desespero é o primeiro passo, mesmo que tenhamos motivos para isto.
Consequentemente haverá uma indiferença e uma diminuição de reação que nos
levará a ficarmos inertes diante das dificuldades. Ao evitar o desespero,
conseguimos com uma maior facilidade pensar e agir de maneira lógica. Como
evitar o desespero? Agindo, pois a ação neutraliza a aflição.
2. Aceite o problema: Qual a importância da
aceitação? Quando falamos em aceitação, estamos nos referindo à importância de
compreender os fatos e não de conformar com a situação. O problema existe e
precisamos reconhecê-lo. Essa atitude nos ajuda a prosseguir de maneira segura.
Para os fortes, o objetivo dos obstáculos é simplesmente uma maneira
divina de nos fazer mudar a rota, nos conduzindo para a direção correta, que
nos levará exatamente onde precisamos chegar.
Aceitar não é o mesmo que conformar-se, pelo contrário, quando aceitamos a
realidade dos fatos, temos uma maior facilidade para nos mobilizar e correr
atrás dos prejuízos.
3. Adapte-se ao momento atual: para sobreviver
a uma crise e diminuir seus impactos, precisamos aprender a adaptar-nos ao
momento atual, e essa não é uma tarefa muito fácil. A adaptação é um dos
maiores desafios a serem enfrentados nestas circunstâncias. Falar de
adaptação é falar de ajuste.
Depois do impacto é hora de enfrentar a situação, hora dos ajustes.
Em situações de crise, a nossa rotina é cercada por incertezas, originadas das
avalanches de mudanças necessárias para mantermos o controle.
Isso exige de nós uma maior habilidade de adaptação.
Neste contexto, o mais importante é aprender a administrar a nós mesmos.
A resiliência é fundamental nesse processo, dando ao ser humano a
capacidade de lidar com seus problemas, ajudando-o na administração das
emoções, no controle dos impulsos, a ser mais otimista e também eficaz.
Quando nos adaptamos às crises, temos uma capacidade maior para
identificar caminhos que nos permitam aproveitar os momentos de
adversidades e transformá-los em oportunidades.
Independente de qualquer que seja a crise, é de suma importância mantermos
o foco na luta para superar as dificuldades. Até porque crises,
adversidades e perturbações têm uma duração temporal.