quarta-feira, 20 de julho de 2016

oração

Minha carne odeia a oração mais que o estudo bíblico! 
Porque o estudo bíblico pode na verdade ser usado para a minha glória, 
eu posso usá-lo para saber mais que os outros, 
eu posso usá-lo para falar melhor que os outros, 
se eu estudar bastante posso falar em conferências.
Mas, ninguém vai ficar sabendo sobre a minha vida de oração. 
Porque eu não ganharei nada dos homens. Mas ganharei muito de Deus! (Paul Washer)

Nós seremos salvos para as gloriosas “riquezas” de Deus, 
de graça outorgadas a “todos aqueles que invocarem” Jesus como o Senhor e Salvador deles. 
Ele – e somente ele – é o “Senhor de tudo”. 

Não há nenhum outro nome abaixo dos céus pelo qual alguém possa ser salvo. 

A diferente entre o ser e ter



Ser amigo é "emprestar" o ouvido e o coração ao outro. 
É acolher, amparar, chorar, dar conselhos, empoderar é estar junto na alegria e na tristeza, independente das escolhas do outro. 

Ser amigo é cuidar, incentivar, compartilhar e se doar. 
Ser amigo tb é falar as verdades e acima de tudo ser parceiro. 

Ser amigo é ampliar o horizonte ao invés de cair no julgamento do senso comum. 
Ser amigo é ser cúmplice, mesmo que vc não concorde. 

Ser amigo é zelar, proteger independente da situação. 
Ser amigo é ser irmão do coração. 

Só tem amigos quem tem a oportunidade de compartilhar a sua vida ao outro, com seus defeitos e qualidades. 
Ter amigos, não significa quantidade e sim qualidade. 

Ter amigos é a forma mais explícita da reciprocidade é entrega. 
O que eu dou, na maioria das vezes, recebo. 

Ter amigos é ter parceiros de vida. Ter amigos é ter irmãos do coração - extensão familiar. 

Ter amigos é o encontro perfeito da risada, do choro, das histórias cabrosas, românticas, tragicômicas, dramas e etc.

Seja o amigo que vc gostaria de ter! 

Independente da distância, estão todos no meu coração e cheio de histórias, significados e na espera do próximo encontro.






confiança recíproca.

Amar implica depender, estar na mão da outra pessoa. 
Por isso, amar alguém que não nos transmite confiança é ser irresponsável para consigo mesmo.

Poucos são os casais que vivem em concórdia, num relacionamento que crie condições para que ambos cresçam emocional e intelectualmente. 

Um aspecto essencial das boas relações amorosas é o desenvolvimento da confiança recíproca.

Amar implica depender, estar na mão de outra pessoa. 
Ela tem, mais do que ninguém, o poder de nos fazer sofrer. 
Basta querer nos magoar que conseguirá isso, com uma simples palavra ou gesto. 

Se quiser nos fazer sentir insegurança, não terá problema algum.

Fica mais do que evidente que, quando uma pessoa ama alguém que não se empenha em despertar a sensação de confiança e de lealdade, ela irá padecer muito. Irá se sentir ameaçada, terá ciúme de tudo e de todos.

Amar alguém que não nos passa confiança é, pois, uma irresponsabilidade para consigo mesmo. 
É uma ousadia, uma ingenuidade e uma grande demonstração de imaturidade emocional – ou sinal de que se tem satisfação com o sofrimento.

Em geral, as pessoas se colocam nessa condição em virtude de terem se encantado com alguém que, de fato, não dá sinais de confiabilidade. 

Aceitam essa atitude egoísta do amado imaginando que seja uma fase, um período doloroso que irá passar com o tempo. 

Fazem tudo para demonstrar o seu amor, para cativar o outro e esperam que isso faça com que, finalmente, ele se renda, e também se entregue de corpo e alma à relação afetiva. Acaba se compondo uma espécie de desafio, em que aquele que não é confiável percebe que recebe mais atenções e carinho exatamente por agir dessa forma. 

Quando a “mágica” do encantamento amoroso não vem acompanhada da “mágica” da confiança, a pessoa está posta numa situação muito difícil, na qual o sofrimento e insegurança serão as emoções mais constantes.

Não é possível confiarmos numa pessoa que mente, a não ser que queiramos nos iludir e tentemos achar desculpas para não perder o encantamento por ela.

Não é possível confiarmos em pessoas que mudam de opinião com a mesma velocidade com que mudamos de roupa. 
Porém, acreditar em certos conceitos num dia – na frente de certas pessoas – e defender conceitos opostos no outro – diante de outras pessoas – significa que não se tem opinião firme sobre nada! e que se quer apenas estar de bem com todo mundo. 

Finalmente, para uma pessoa desenvolver a capacidade de confiar é necessário que ela seja uma criatura confiável.

Só aquele que tem firmeza interior, que tem confiança em si mesmo no sentido de respeitar as regras de conduta nas quais acredita, pode imaginar que existam pessoas em condições de agir da mesma forma.


Se a felicidade sentimental depende do estabelecimento da confiança recíproca, ela será, pois, um privilégio das pessoas íntegras e de caráter.