sexta-feira, 19 de setembro de 2014

grande DOR

Só quem já sofreu uma terrível perda sabe o que é dor. Dor de verdade. Dor daquelas que remédio algum faz passar.
Enxaqueca, tendinite, dor de dente, dor muscular, dor nos ossos, dor no estômago. Dor de cólica, um osso quebrado. A dor física.
Tudo isso dói sim, mas passa. Passa com algumas doses de remédios, algumas gotas ou comprimidos. Passa...
Agora existe uma dor que nada faz passar, ela simplesmente deixa de doer com mais intensidade, mas não passa. Vai aliviando, aliviando, até o dia que dói pouco, mas dói como saudade.
A dor de se perder alguém não há nada que se explique. Não há como explicar como dói, nem há como fazer passar. Palavras ajudam? Sim, consolam. Mas não fazem passar.
Dói em várias proporções. Dói saber que uma relação, de qualquer nível que ela tenha sido, foi brutalmente interrompida por algo chamado morte. Dói saber que não veremos mais a pessoa fisicamente. Dói saber que a única versão da voz da tal pessoa que ouviremos será nas nossas lembranças. Dói saber que o abraço não vai mais apertar, que o cheiro não vai ser sentido todos os dias, que os conselhos não existirão mais. Dói saber que a saudade vai fazer parte intensamente de todos os dias que se seguirão, dói saber que vai bater o arrependimento de uma série de coisas que não foram feitas, e pior, de coisas simples e essenciais que não foram ditas.
A dor vai diminuindo, mas não acaba. O tempo ensina a conviver com ela, ensina a conviver com a saudade. E ensina a chorar menos, até mesmo por que chorar cansa... cansa a alma e o peito!
Dói também ver a dor de quem se gosta. Ver alguém sofrer nos faz sofrer também.
Faltam palavras, atitudes, só não falta a 'bendita' dor... ela insiste em se instalar. Mas pra isso tem um só remédio.
Não posso dizer que a dor vai passar e que tudo voltará a ser como antes, juro que gostaria de dizer, mas não é por aí. O único remédio é que "...e Ele vos dará o Consolador, para que fique convosco para sempre..." Jo 14:16.
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
João 14:16

E isso nos basta.




quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A AUTORIDADE CONCEDIDA POR DEUS

“Eu lhes dei autoridade para pisarem sobre cobras e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo; nada lhes fará dano.” (Lucas 10.19)
O inimigo trabalha diariamente para prejudicar-nos, destruir-nos e tornar-nos inúteis para Deus.
Se não levarmos o inimigo a sério, será muito mais fácil para ele manipular-nos e enganar-nos. Estamos envolvidas em uma batalha espiritual com um inimigo que não desiste. Embora sejam as pessoas que pratiquem o mal contra nós, é o supremo inimigo, o Diabo, que está por trás disso. “Pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (Ef 6.12). Quando somos atacadas, reconhecer quem é nosso verdadeiro inimigo é o primeiro passo para permanecermos firmes.
O segundo passo tem a ver com o reconhecimento da autoridade que nos foi dada. O inimigo não é assim tão poderoso como deseja que acreditemos. Por causa do que Jesus realizou na cruz, o Diabo é um inimigo derrotado. Ele não pode tomar-nos a vida e fazer dela o que quiser, a não ser que permitamos. Ele só pode agir mediante mentiras, e é nossa responsabilidade reconhecê-las e expô-las. As Escrituras dizem que recebemos autoridade para vencer “todo o poder do inimigo”. Com frequência, no entanto, deixamos o inimigo dominar-nos por não exercer a autoridade que Deus nos concedeu.
Ao enfrentar dificuldades ou opressão, não temos de viver supondo que se trata apenas de “má sorte”; em vez disso, podemos orar a Deus, pedindo-lhe discernimento, sabedoria e forças para exercer essa autoridade. Então, poderemos nos levantar e enfrentar o dia como filhas do Rei, com toda autoridade de herdeiras legítimas.