quinta-feira, 4 de outubro de 2012

estudo1 - hábitos bons e ruins





Existem, como se sabe, hábitos bons e ruins. Todos nós temos ambos. Os hábitos bons são produtivos, os ruins contraprodutivos. Felizmente, temos o livre arbítrio de escolhermos entre qualquer um deles.

Os hábitos ruins, em geral, são mais fáceis de seguir. Concebem costumes que causam mais prazer, mesmo que momentâneos e mesmo que destrutivos. Eles representam a mediocridade. O homem médio (o “medíocre”, no termo de Jose Ingenieros) alimenta prioritariamente hábitos maléficos. São guiados por tais atitudes.

Os hábitos bons, ao contrário, requerem obstinação – ou como se diz hoje em dia, “sangue nos olhos”. Os hábitos bons são subsidiários. Quando não existem, são substituídos automaticamente pelos ruins. Dependem de força de vontade e não são impensados. Devem ser forjados e aperfeiçoados dia a dia com disciplina = hábito. Adquiri-los demanda tempo, mas quando estão alojados em nossas mentes e em nossos corações, tornam-se perenes. Com isso, tornam-se sadios e prazerosos.

- Estudar não é hábito. 
Hábito temos em escovar os dentes. Estudar deve ser por prazer!

O aluno, sem saber da grandeza de sua resposta, contrapôs: 
- vc não tem prazer em escovar os dentes?
Estudar é hábito e é prazer, mas demanda tempo para tornar-se tal e qual.